Antropologia nutricional: a história da pizza
  Data: 07/07/2004


Há seis mil anos atrás, no Egito, as pessoas já misturavam farinha com água e costumavam fazer uma massa quase igual à pizza que conhecemos hoje. Os gregos também faziam uma mistura parecida, à base de trigo, arroz ou grão-de-bico, que depois era assada em tijolos quentes. À partir da Grécia que a pizza foi parar na Itália. Neste país, ela costumava ser um alimento de pessoas pobres, porque era barata e fácil de fazer.
Mais tarde, quando o italiano Cristóvão Colombo voltou da América, trouxe muitas novidades. Entre elas estava o tomate. Aí os napolitanos, moradores da cidade de Nápoles, tiveram a brilhante idéia de acrescentar molho de tomate e orégano à massa feita de trigo.
Aos poucos, cada um passou a colocar em sua pizza o que desse na telha: lingüiça, ovos, presunto, queijo... Por isso hoje as pizzas têm tantas coberturas diferentes.
Por fim, a novidade chegou até os nobres de Nápoles, que a espalharam para o resto do mundo.

Algumas curiosidades sobre a pizza:
Quadrada: a primeira pizza redonda foi feita por Rafaelle Espósito, em 1889, para ser servida à rainha Margherita, da Itália. Ela foi enfeitada com as cores da bandeira italiana: branco (queijo), verde (manjericão) e vermelho (tomate).
Dia da Pizza: existe e é comemorado em 10 de julho, no Brasil. Quem criou a data foi o secretário de turismo Caio Luís de Carvalho, depois de um concurso para escolher a melhor receita de pizza, cuja final foi realizada no dia 10 de julho de 1985.
Coisa de paulistano: a cidade de São Paulo deve ser o lugar em que mais se come pizza no Brasil. Seus habitantes devoram diariamente 1 milhão de pizzas!
Tudo acaba em pizza: esta expressão surgiu no Palmeiras, na década de 50, depois de uma briga entre os diretores do clube. Após discutirem por horas, eles foram para uma pizzaria, esqueceram da confusão e se empanturraram! Fonte CyberCook





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