Comer e assistir TV, uma receita ruim
  Data: 19/04/2010


Usando a TV como um aliado para garantir que as crianças e adolescentes comeram não é uma boa idéia. Um estudo realizado pela University of Illinois (E.U.A.) garante que a ingestão com a tela pequena no sofá da sala ou mesa, favorece o aumento da quantidade de alimentos e reduz sua qualidade.
A hora do almoço, almoço, lanche e jantar, pode ser difícil, estressante e até mesmo incentivar brigas de família. Muitas vezes, estas situações são inevitáveis, pois, como em qualquer aquisição de bons hábitos alimentares é ensinada ou aprendida, uma tarefa que não é fácil. Comer bem e saudável, é o resultado de uma boa educação e cumprirmento de um conjunto de regras. Banir a TV á luz de pesquisas recentes, uma das mais básicas.
Esta situação é evidenciada em um estudo assinado por Brian Wansink, MD, do Departamento de Marketing e Ciências Nutricionais da Universidade de Illinois (E.U.A.) onde analisa o fatores ambientais que estimulem um aumento na quantidade e qualidade dos alimentos A evidência científica diz que ter o hábito de comer enquanto assiste televisão feita em um sofá ou uma cadeira na cozinha ou na sala leva a escolhas alimentares menos saudáveis e ingestão de quantidades maiores.

A criança inconscientemente, presta pouca atenção e o pouco gosto pela atividade em si, leva a adultos, crianças e adolescentes a comer mais e pior. Em conclusãoa a mais saudável e saborosa comida não é compatível com a televisão. Comer é uma coisa séria que deve ser dada a todos a devida atenção.

A Publicidade influencia :
Se a criança tem o mau hábito de assistir televisão por horas, mais risco de se tornar um alvo fácil para a publicidade,. Uma pesquisa analisando do ponto de vista dietético 6300 anúncios emitido em 12 canais de televisão concluiu que as propagandas dirigidas às crianças, promovem o consumo de produtos calóricos e obesogenicos.
Neste estudo quase metade dos anúncios relacionados com os alimentos não podem ser incluídos em uma dieta saudável. Além disso, a propaganda é majoritáriaou "dominada por anúncios de produtos com muito açúcar, sal e gordura e ausentes legumes e frutas."
A influência da propaganda no público infantil é inegável e, por conseguinte, aa Associação Espanhola de Defesa da Atenção à Anorexia Nervosa e Bulimia (ADAM), solicitou que a transmissão de propagandasnão só de alimentos mas também de procedimentos de emagrecimento ou cirurgia plástica seja proibida durante a janela de proteção da infância (entre seis da manhã e dez à noite).
A iniciativa busca que crianças não fiquem expostas a mensagens que incitam à rejeição da auto-imagem e que sucesso não dependa odefatores estéticos .




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